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29/10/2014

Family Constellations - Bert Hellinger



"Em uma constelação algo muito maior do que podemos expressar em palavras vem à luz. Então, reconhecemos o essencial na medida em que nos entregamos ao processo da maneira como se desenvolve, como se nos entregássemos a uma música emocionante ou a uma bela paisagem. Estamos abertos, absorvemos e não sabemos o que está acontecendo. Mas depois estamos mudados. Estamos mudados na medida em que entramos em sintonia com a alma, com os movimentos profundos da alma."

                                                                                    Bert Hellinger

25/04/2014

Entrevista aborda as Constelações Familiares




Entrevista com psicólogo René Schubert sobre a Constelação Familiar - Jornal Alternativo - Abril 2014 from Rene Schubert on Vimeo.



O Jornalista Roberto Inácio entrevista o psicólogo René Schubert sobre a Constelação Familiar para a Rádio Mundial - Jornal Alternativo - Abril 2014.

A dinâmica de uma vivência de Constelação Familiar - os movimentos da Constelação Familiar no Brasil - o olhar terapêutico possibilitada pela Constelação Familiar - O trabalho com a Constelação Individual - o uso da Constelação Familiar como ferramenta complementar da Psicologia - O campo mórfico e sensações dos representantes durante uma vivência em Constelação Familiar

22/01/2014

Constelação Sistêmica Familiar - Systemische Familienaufstellung






René Schubert
Psicólogo Clínico e Psicanalista (CRP 06/ 65624). Formação em Constelações Sistêmicas Familiares e Organizacionais ( Instituto de Filosofia Pratica e Hellinger Schule - Brasil e Alemanha). Membro da Hellinger Sciencia. Formação em tecnicas e dinâmicas transpessoais ( Instituto Tadashi Kadomoto).
Consultorios: Tel.: (55 11) 2836-5022 / (55 11) 5572-1349
Email: schubert_rene@hotmail.com / constelacaofamiliar@hotmail.de
Twitter: @Rene_Schubert ; @ConstelacaoBr

09/06/2013

Novos Caminhos



Familienstellen - Neue Wege 

Constelações Familiares - Novos Caminhos

 

 

A primeira pergunta é: em que ponto está a Constelação Familiar? 

A Constelação Familiar começou  como um método de psicoterapia. Muitos clientes procuravam uma constelação para que pudessem receber uma ajuda parecida com os outros métodos psicoterapêuticos que ofereciam alívio e cura e assim ajudavam muitos. Hoje nós vivemos uma mudança de consciência. A Constelação Familiar participou da preparação desta de forma decisiva. Desde o início os constelador e clientes estavam diante de um fenómeno que colocava os participantes de uma constelação visivelmente à serviço de outras forças que estavam muito além das relações ordinárias de ajudante e cliente. Além de qual relação? Aqui o ajudante, lá o necessitado. 

No caso da Constelação Familiar as relações escondidas eram trazidas à luz que ultrapassavam as imaginações pessoais de necessidade e ajuda. De repente outros estavam no centro, não somente o cliente. Ao mesmo tempo a ajuda vinha de um outro lugar. Ela colocava o ajudante para o pano de fundo. Ele também se tornava um cliente que precisava da ajuda de fora e assim a recebia. De uma maneira parecida ele era tomado por outras forças e estava, junto ao cliente que procuravam pela ajuda dele, no mesmo nível. Ele também dependia e estava entregue a estes movimentos criadores como eles. No caso dele, como no caso dos outros participantes de uma Constelação Familiar, uma outra consciência vinha à tona, muito além de Eu e Você. O Eu, que queria algo para si, era levado por um Nós, no qual este como Eu cessava de existir, incluindo as noções anteriores de Bem e Mal, do Melhor e Pior, e também do Saudável e do Doente. Esta "constelações de Nós" tomavam conta de todas as pessoas presentes. Todos eram tocados por elas de uma maneira individual. Através delas todos eram levados para o seus deveres e para a própria responsabilidade pelas suas ações e as consequências. A dualidade entre ajudante a cliente, conhecedor e ignorante foram apagados em nossas relações por um Nós abrangente, no qual cada um pôde e tinha que se colocar de forma responsável. Também em relação à sua saúde e doença e sua sorte e infortúnio. Na Constelação Familiar se monstra que cada um está presente com várias pessoas ao mesmo tempo. Cada um vive várias vidas em vários lugares. Cada um é levado ao serviço para muitos ao mesmo tempo. Por quem? Por um movimento criador todo-abrangente que atua sobre o nosso destino de forma abrangente. Alguém pode se colocar entre nós e este movimento? Não é que todos são tomados por este mesmo movimento criador e levados no caminho que serve ao seu destino como foi colocado para eles? Também este tempo é somente um entre muitos que nós vivemos e temos que passar por ele para nos tornarmos  inteiros, gradativamente libertados  das algemas do passado por estas forças. 
 

Para onde leva a Nova Constelação Familiar?

Ela nos leva sem escadas intermediárias para uma unidade com a nossas origem, um com o seu movimento, para onde quer que ele nos leva. O que nós aprendemos quando nos entregamos à Constelação Familiar? Nós aprendemos a concordar conosco e a nos tornar como nós somos. Como? Com todos juntos, diferentes e mesmo assim corretos, com eles juntos no destino. 
 

O que isso significa para a prática da Constelação Familiar?

O constelador deixa a plano de Eu e Você. Ele se deixa levar ao serviço por uma outra consciência. Ele resiste às ofertas e demandas dos clientes de se submeterem de uma maneira na qual podem decidir para onde deve ir a Constelação Familiar para eles, como se estivesse nas mãos deles e dele. Isso significaria que o constelador sai do plano de consciência que se revela na Nova Constelação Familiar e volta para o plano de Eu e Você. Isso se monstra em primeira linha naqueles que querem aprender a Constelação Familiar como aprendem uma nova profissão para então aplicá-la, sem se deixarem ser levados pelos movimentos espirituais que os levam para uma outra consciência. Estes movimentos nos levam ao serviço deles invés de nós os usamos para o nosso.
 
 
Como nós aprendemos esta Constelação Familiar?

Nós a aprendemos pela própria experiência e através do próprio crescimento espiritual. Como a Constelação Familiar se apresenta externamente? Ela leva os participantes de um curso - seja do tamanho que for - juntos para o mesmo movimento, também o facilitador da constelação. Isso significa que o constelador se retira assim que o movimento começa. Ele é levado pela constelação invés dela por ele. 


A nova e a antiga Constelação Familiar 

O que acontece com a antiga Constelação Familiar? Ela continuará. Ninguém pode detê-la, assim como também a psicoterapia continua. Por isso continua a concorrência por clientes e influência dentro dessa Constelação Familiar e daqueles que a oferecem. A nova Constelação Familiar pode querer comparar-se com esta Constelação Familiar? Come é que ela se comporta de frente a outra? Ela se retira dela sem ser contra ela. 
 
Como é que consteladores e iniciantes podem conhecer a nova
Constelação Familiar?

A Hellinger lebenSchule e seus docentes oferecem no mundo inteiro cursos próprios sob a descrição Hellinger Sciencia®. Aqueles que querem participar são convidados para estes cursos sem restrições. Para isso existe um detalhado programa de formação no qual as bases da nova Constelação Familiar são demonstradas, explicadas e transmitidas de forma prática através de exercícios. Este programa é um programa aberto. Ele se abre de forma abrangente aos movimentos dessas forças criadoras que possibilitavam a 
 Constelação Familiar desde o início e a levaram passo por passo adiante e a elevaram para um novo plano. Para onde quer que estes movimentos levam, nós os seguimos. Nós deixamos ser levados por eles, com coragem e humildade. 

Como se mostra a nova consciência?

A nova consciência nos leva para um amor abrangente. Ela nos leva a um amor criador, no qual as fronteiras entre Eu e Você se dissolvem, também as fronteiras entre criador e criatura. Isso quer dizer a fronteira entre aquela força da qual tudo obtém sua existência e aqueles que foram chamadas à existência por esta força. Através dessa consciência nos somos levados para a sintonia com esta força, em sintonia com a nossa origem. A pergunta é: Uma unidade assim pode existir para nós? A separação dessa origem pode ser desfeita em algum momento? Ou é que ela nunca existiu, porque ela nunca começou? O que acontece conosco quando nos sentimos levados por esta unidade? O que acontece quando nós nos damos conta dela? Nós nos damos conta de nós mesmos de forma abrangente? Nós então ainda estamos presentes de forma individual? Ou nós então estamos presentes apenas como um Nós cósmico infinito? As experiências nos levam através da nova Constelação Familiar para esta unidade e este amor? O que nos resta então? Tudo permanece, o tempo também, um tempo infinito.


Texto comparilhado da pagina oficial de Bert Hellinger: http://www2.hellinger.com/br/pagina/constelacao-familiar/para-onde-vai-a-constelacao-familiar/novos-caminhos/


03/05/2011

A Constelação Familiar

Breve Introdução

“Posso reconhecer os valores das minhas origens, mas estes não são absolutos. Algumas vezes os conservo como uma certa espécie de lealdade para com a minha família. Li, certa vez, que quando Martin Heidegger entrava em uma igreja, pegava água benta e se ajoelhava, embora não pertencesse mais a esse credo. Isso era um reconhecimento das suas raízes. Acho admirável que uma pessoa reconheça as suas raízes sem se justificar por isso. Em todo grupo existem grandes valores humanos, mesmo que sejam diferentes. Naturalmente, não foi fácil dar esse salto de minha origem católica para esse conhecimento e ver as coisas da forma como as vejo atualmente.” Bert Hellinger


 






Trata-se de uma abordagem fenomenológica terapêutica fundamentada nas descobertas do alemão Bert Hellinger.

Bert Hellinger é nascido em 1925, na Alemanha, e formou-se em Filosofia, Teologia e Pedagogia. Como membro de uma ordem de missionários católicos, estudou, viveu e trabalhou durante 16 anos no sul da África, dirigindo várias escolas de nível superior. Posteriormente, aprofundou seus estudos e pesquisas tornando-se psicanalista e, por meio da dinâmica de Grupos, da Terapia Primal, da Análise Transacional, de diversos métodos hipnoterapêuticos e demais técnicas desenvolveu sua própria Terapia Sistêmica e Familiar a qual denominou: Familienstellen (respectivamente:  “Colocação do Familiar”, traduzido para: Constelações Familiares, no Brasil).

A constelação familiar se baseia no uso de representantes neutros para representar membros da família ou grupo social do cliente e trabalhar um tema específico trazido por este último.

Na terapia familiar sistêmica, trata-se de averiguar se, no sistema familiar ampliado existe alguém que esteja emaranhado nos destinos, escolhas, crenças, de membros anteriores desta família. Isto pode ser trazido à luz por meio do trabalho com as Constelações Familiares. Trazendo-se a luz os emaranhamentos, a pessoa consegue se libertar mais facilmente deles – ela passa a ter consciência do que age no seu sistema e a ter a opção da escolha sobre seu próprio destino.

Há uma dinâmica silenciosa e sutil atuando sobre todo sistema familiar, em sua história, em seus acontecimentos, em sua cultura e linguagem própria. Tal dinâmica atua sobre todo e qualquer sistema, e segue leis próprias as quais Bert Hellinger observou em seu trabalho empírico fenomenológico. Hellinger então diferenciou e apontou as leis que atuam sobre o sistema familiar e iniciou diversas reflexões expostas em seus diversos livros publicados mundialmente. Quando tais leis dinâmicas são desobedecidas, ignorada ou rompidas, geram maior “pressão”, “peso”, “tensão” sobre o sistema, sobrecarregando as relações dos membros internos ao mesmo. Tal tensão pode recair mais sobre um membro específico do sistema, adoecendo-o ou conduzindo a um tipo de escolha, crença, postura e/ou comportamento. Na constelação familiar, se olha para este sistema e para a posição e postura de cada membro e como tais interagem sobre e entre si – buscando, por meio de gestos, reposicionamentos e falas, alcançar a leveza e ordem, perdida no sistema.

Da mesma maneira como esta abordagem terapêutica tem trazido luz aos relacionamentos familiares, também tem sido útil para empresas e organizações, que por representarem um grupo organizado de pessoas, tornam-se um sistema. Por meio das constelações organizacionais se tornam visíveis soluções para um sistema com “problemas”.

Procura-se então, no sistema soluções que incluem e levem adiante. A solução inclui a ordem, aonde cada qual tem seu devido lugar, aonde sente-se bem, aonde sente-se leve. Caso alguém não se sinta bem em seu lugar, então, via de regra, relacionamentos internos ou particulares precisam ser esclarecidos. Este esclarecimento pode ocorrer durante o trabalho de constelação sistêmica organizacional.

Alguns dos temas que comumente são abordados pelos constelandos/clientes em uma sessão individual ou workshop:

• Relacionamentos com familiares (pai, mãe, marido/esposa, filhos, avós, tios);

• Acontecimentos familiares marcantes (adoções, perdas, doenças psiquiátricas, mortes precoces, assassinatos, suicídio, abortos, entre outros);

• Relacionamento interpessoal (sexualidade, amantes, parceiros amorosos e sexuais, amigos, colegas);

• Problemas de saúde (dores crônicas, obesidade, depressão, câncer, problemas cardíacos);

• Envolvimentos com drogas, alcoolismo, tabagismo;

• Conflitos profissionais com chefes, colegas, empresas;

• Questões empresariais e administrativas (abertura de empresa; fracasso X sucesso; perda financeira; dificuldades na liderança; mudanças de carreira; recolocação profissional).

Numa constelação familiar pode-se participar como cliente (constelando) que leva um tema especifico para constelar, como representante que esta a disposição para ocupar um lugar na dinâmica do sistema constelado, ou como simples observador.

Tais posições em si já trazem alguns benefícios, entre os quais destaca-se:

Como constelando: a colocação de um tema ou situação específica gera um movimento interno da parte dos representantes que desvenda e traz à luz uma dinâmica desconhecida desencadeando (junto do cliente) um processo de cura.
Como representante: ser escolhido como representante leva à vivência de situações que causam diversas associações e percepções de semelhanças com o sistema da pessoa escolhida, desencadeando um processo de cura;
Como observador: o simples fato de estar presente e observar o trabalho desenvolvido pode desencadear um processo de solução de questões internas;

A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas e devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas promove entre outros:
• Melhoria das relações familiares;
• Melhoria das relações interpessoais nas empresas;
• Melhoria das relações no ambiente educacional.



Em Março de 2018: Reconhecimento das Constelações Familiares como  abordagem terapêutica alternativa no Brasil pelo Ministério da Saúde."O Ministério da Saúde revela que os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) serão beneficiados com mais 10 novas Práticas Integrativas e Complementares (PICS). A informação foi anunciada na manhã da segunda-feira (12), durante a abertura do 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública (INTERCONGREPICS), realizada no Rio de Janeiro." 


Referencia Bibliográfica

Bert Hellinger ; Gabriele ten Hovel- Constelações familiares: o reconhecimento das ordens do amor. Editora Cultrix, São Paulo, 2001
Bert Hellinger- No centro sentimos leveza. Editora Cultrix, São Paulo, 2006

Bert Hellinger- Ordens do Amor. Editora Cultrix, São Paulo, 2007
Bert Hellinger Home-Page: https://www.hellinger.com/
René Schubert - Constelação Familiar: Impressa no corpo, na alma, no destino. Reino Editorial, 2019